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Como detectar Plágio Editorial

Patrick Gainher • 09 abr 2020

Como detectar Plágio Editorial

É necessário compreender que o plágio, independente de onde for encontrado, é uma presença ruim. Não apenas pelo ponto de vista de reputação do funcionário, mas também da perda na confiabilidade e reputação de uma empresa que possua tal funcionário.

Explicaremos aqui como a equipe de revisão e de edição poderão detectar possíveis ocorrências de plágio, e ajudar seus funcionários a corrigir tais erros antes de submeterem tais papers, principalmente em áreas voltadas para Entrevistas, Segmentos Jornalísticos, Reportagens, e até Relatórios.


O perigo na publicação de notícias similares

É comum diferentes outlets de notícias reportar notícias similares devido a um acontecimento específico que ocorreu. O perigo que mora aqui, porém, é de ocorrer uma similaridade entre duas ou mais destas notícias serem muito similares a ponto de um plágio ter ocorrido.

Nas palavras da professora Dayane Rufino:

“O plágio no jornalismo é algo bem comum atualmente. Acontece em geral quando um profissional reproduz o texto de outro jornalista sem citar a fonte. É muito frequente, por exemplo, ouvirmos no rádio um texto que foi escrito e veiculado originalmente em um portal de notícias ou em um jornal impresso, sem qualquer menção ao autor do texto ou ao nome do veículo.”

Ela continua:

“Tão grave quanto é a atitude de profissionais sem ética que copiam o texto de colegas, fazem algumas pequenas alterações e publicam como se fossem seu”.
“Não há fiscalização deste tipo de crime ou comportamento antiético entre os profissionais, aqueles que se sentirem lesados podem e devem entrar com uma representação judicial contra o plagiador”.

Isso se intensifica quando a questão é no plágio editorial voltado para papers científicos. Por parte de um editor e da universidade interessada em publicar um artigo que contém plágio e citações errôneas, tendo assim a reputação dos responsáveis severamente manchadas.

 

O perigo desconhecido do autoplágio



Maior que os problemas citados é o autoplágio. Considera-se que um autor plagia a si mesmo quando reutiliza material próprio que já tenha sido publicado, sem indicar a referência de seu trabalho anterior. Na verdade, com maior rigor editorial, dependendo do contexto da publicação e da extensão do texto copiado, a inclusão da referência poderia ser suficiente, pois não indica claramente ao leitor (nem ao editor) o alcance da cópia.

Do ponto de vista dos direitos do autor, não parece isso pode não ser um crime, mas do ponto de vista da integridade acadêmica é considerado antiético ou má conduta. Os autores podem argumentar que, como são seus próprios escritos, eles podem usá-los uma e outra vez, na íntegra ou em trechos.

Apesar de ser prática frequente e conhecida pelos editores de periódicos científicos que tentam controlar, é interessante notar que há poucos estudos sistemáticos sobre o problema. Uma revisão da literatura, utilizando como fontes os trabalhos publicados no iThenticate, base de dados especializada no assunto, e até mesmo a Wikipedia, todos os trabalhos se referem finalmente a alguns autores originais que publicaram suas pesquisas cerca de 10 ou 15 anos atrás.

Uma definição simples de autoplágio é usar a própria pesquisa anterior e apresentá-la para publicação como algo novo e original. Um motivo possível é o clima acadêmico de “publish or perish”, e a competição por fundos de pesquisa, índices de citação, etc.


Mas como o evitar?


Por muitos meses, pesquisamos e avaliamos as alternativas disponíveis no mercado, desde as gratuitas, até as mais caras.

Nós da ENG chegamos ao Urkund, uma solução europeia, que tem vários predicados, e baixo custo, voltada à Educação e ao Editorial.

Este documento em nosso site deixa claro como é feito o processo para encontrar as possíveis similaridades de texto de um aluno, por parte dos próprios professores, que são os que possuem acesso aos relatórios.

O urkund tem a vantagem sobre a concorrência por ser rápido, prático, e seguro, com as análises demorando entre 5-10 minutos, além de suportar os mais diversos formatos de arquivo, como docx, pdf, odt, entre muitos outros.


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Patrick Gainher

Patrick Gainher

Patrick Gainher é consultor de Linguagem Swift, Google for Education e LG na ENG DTP e Multimídia. Graduando em Ciência da Computação pela Universidade Paulista-SP.

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