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Gustavo Zanelato • 23 jan 2026 • Faronics
Ambientes institucionais como universidades, escolas técnicas, órgãos públicos e centros de treinamento operam, em sua maioria, com estações de trabalho compartilhadas e alto volume de usuários. Esse cenário impõe desafios contínuos relacionados à segurança, padronização, disponibilidade e governança de TI.
O Deep Freeze, da Faronics, é uma solução projetada para garantir a integridade do sistema operacional por meio do controle de persistência, permitindo que cada endpoint retorne automaticamente a um estado previamente validado após reinicialização. Essa abordagem reduz incidentes operacionais e contribui diretamente para a mitigação de riscos associados ao tratamento de dados pessoais, conforme exigido pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Do ponto de vista operacional, equipes de TI enfrentam problemas recorrentes em ambientes de uso coletivo, tais como:
Esses fatores impactam diretamente a segurança da informação, aumentam a superfície de ataque e elevam os custos operacionais da infraestrutura.
O Deep Freeze atua com base no conceito de imutabilidade do sistema operacional. Ao aplicar a proteção ao disco do sistema, todas as alterações realizadas durante a sessão de uso tornam-se temporárias.
Após a reinicialização do equipamento, o sistema retorna automaticamente ao seu estado original, previamente configurado e validado pela equipe de TI. Esse modelo elimina a persistência de falhas, configurações incorretas ou códigos maliciosos.
Trata-se de uma abordagem complementar às soluções tradicionais de segurança, focada no controle do estado do endpoint e não apenas na detecção de ameaças.
Na versão Deep Freeze Cloud, a solução permite gerenciamento centralizado dos endpoints por meio de console web, viabilizando:
Essa arquitetura facilita a padronização, o controle e a governança da infraestrutura, especialmente em ambientes distribuídos ou com múltiplas unidades.
O Deep Freeze não substitui soluções como antivírus, EDR ou controles de acesso à rede. Seu papel é atuar como uma camada adicional de proteção, reduzindo o impacto de falhas nas demais ferramentas.
Mesmo em cenários onde uma ameaça consiga ser executada, sua permanência no sistema é eliminada após a reinicialização, reduzindo significativamente o risco operacional.
A LGPD estabelece a necessidade de adoção de medidas técnicas e administrativas capazes de proteger dados pessoais contra acessos não autorizados, vazamentos e alterações indevidas.
O Deep Freeze contribui para esse objetivo ao:
Em ambientes institucionais, especialmente aqueles com uso compartilhado de equipamentos, esses fatores reduzem significativamente o risco associado ao tratamento de dados pessoais.
Instituições de ensino que adotaram o Deep Freeze em laboratórios de informática observaram:
Em órgãos públicos e instituições governamentais, a solução contribuiu para:
Após a implementação do Deep Freeze Cloud, uma instituição pública de ensino registrou redução aproximada de 85% nos chamados de suporte técnico, maior estabilidade dos laboratórios e melhoria significativa nos controles de segurança avaliados em auditorias internas.
A adoção do Deep Freeze permite que equipes técnicas deixem de atuar de forma reativa e passem a trabalhar de maneira mais estratégica, reduzindo:
O resultado é uma infraestrutura mais estável, previsível e sustentável.
O Deep Freeze é especialmente indicado para:
O Deep Freeze resolve um problema estrutural comum em ambientes institucionais: a persistência de alterações indesejadas nos endpoints.
Ao garantir a imutabilidade do sistema operacional, a solução fortalece a segurança, reduz custos operacionais, melhora a governança de TI e contribui tecnicamente para a conformidade com a LGPD.
