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2026.2: Estratégias para Reduzir Chamados na TI Educacional durante o Período Letivo

Marcela Nascimento • 25 jun 2026 • Faronics

2026.2: Estratégias para Reduzir Chamados na TI Educacional durante o Período Letivo

O “dia um” que define a confiança no restante do ano

O início do segundo semestre letivo não é apenas um retorno às atividades: é o momento em que a credibilidade da TI perante professores, coordenadores e direção é construída ou colocada em xeque. Para a comunidade acadêmica, essas semanas representam um recomeço. Para a equipe de tecnologia, são a entrega final de uma corrida silenciosa que começou ainda durante as férias de meio de ano.

É justamente nesse recesso que a TI educacional concentra boa parte do trabalho pesado do ano: atualização de sistemas acadêmicos, instalação de novos softwares pedagógicos, aplicação de correções de segurança e, frequentemente, o ajuste de problemas que se acumularam durante o semestre anterior. É um período curto e de alta criticidade, porque centenas de computadores precisam estar funcionando perfeitamente já nos primeiros dias de aula.

Esse cenário de alta demanda gera uma sobrecarga que costuma se estender por boas semanas após o retorno. E aqui está o ponto que merece atenção de quem gerencia a TI: uma falha técnica logo nessas primeiras semanas deixa de ser apenas “mais um chamado” e passa a ser um bloqueio direto ao trabalho pedagógico. A instabilidade compromete o andamento das aulas e gera um risco real à reputação da instituição, afetando a confiança que professores e famílias depositam na estrutura oferecida.

Por isso, o objetivo de uma boa estratégia de TI educacional deveria ser simples de enunciar, ainda que desafiador de executar: fazer da tecnologia um facilitador invisível do aprendizado, e não uma fonte recorrente de interrupção.

Por que os mesmos problemas voltam, semestre após semestre

A TI educacional opera em condições bem diferentes das de um ambiente corporativo comum: alto volume de usuários, uso intenso de máquinas compartilhadas por pessoas diferentes todos os dias, e equipes técnicas geralmente pequenas em relação à quantidade de equipamentos que precisam manter. Esse conjunto de fatores cria um terreno fértil para o que podemos chamar de “desvio de configuração”.

Sem uma estratégia automatizada para manter a integridade dessas máquinas, a equipe técnica fica presa em um ciclo de manutenção reativa: corrige um problema aqui, outro aparece lá, e o tempo que deveria ser dedicado a projetos de melhoria se esvai em tarefas repetitivas. Os desafios que mais drenam a produtividade da TI nesse contexto são:

• Lentidão progressiva, causada pelo acúmulo de arquivos temporários, downloads não autorizados e programas instalados sem necessidade.

• Configurações fora do padrão, quando alterações feitas por alunos, professores ou até por software malicioso tiram o computador do estado ideal definido pela instituição.

• Alto volume de chamados repetitivos, com a equipe resolvendo, máquina por máquina, exatamente o mesmo problema que já havia corrigido na semana anterior.

O custo desse ciclo não é apenas o tempo da equipe: é o que essa equipe deixa de fazer. Quando profissionais qualificados gastam seu dia limpando computadores um a um, a instituição perde a capacidade de investir esse mesmo tempo em projetos de inovação pedagógica.

Um caso real ilustra bem essa dor. Antes de adotar uma solução de restauração automática, a equipe de TI da Universidade de Nevada, em Reno, chegava a gastar horas todos os dias higienizando manualmente 250 estações de trabalho, removendo softwares não autorizados e dados deixados por alunos anteriores. É exatamente esse tipo de desgaste contínuo que motiva instituições de ensino a buscar uma abordagem diferente: a manutenção praticamente zero.

Deep Freeze: como funciona a solução da Faronics

É para resolver justamente esse desgaste recorrente que existe o Deep Freeze, solução da Faronics amplamente utilizada por instituições de ensino em todo o mundo para manter a estabilidade de ambientes computacionais compartilhados.

De forma simples, o Deep Freeze funciona como um “ponto de restauração automático” para cada computador. A equipe de TI configura uma vez o estado ideal da máquina, com sistema operacional, softwares pedagógicos e todas as configurações de rede necessárias, e o Deep Freeze passa a tratar esse estado como referência permanente.

Na prática, isso significa que qualquer coisa que aconteça durante o uso do computador, como arquivos baixados, programas instalados sem autorização, alterações acidentais ou até a ação de um vírus, é descartada automaticamente quando a máquina é reiniciada. O computador volta exatamente ao estado em que a TI o deixou, sem precisar de nenhuma intervenção manual. A própria instituição pode definir exceções, como pastas ou unidades de rede onde os trabalhos dos alunos devem realmente ser salvos.

Para isso, a ferramenta opera em dois modos bem simples de entender:

Modo congelado: é o estado padrão de uso diário. Tudo que é feito na máquina durante esse modo é temporário e desaparece na próxima reinicialização.

Modo descongelado: usado pela própria equipe de TI para aplicar atualizações legítimas e mudanças permanentes no padrão da máquina, de forma controlada.

Algumas funcionalidades tornam essa gestão ainda mais prática no dia a dia de uma instituição de ensino:

• Áreas de armazenamento permanente.

• Console de gestão centralizada.

• Senhas temporárias de uso único.

Uma camada adicional de segurança, e o impacto real nos números

Vale destacar que o Deep Freeze não substitui boas práticas de segurança, mas funciona bem como uma camada adicional dentro de uma estratégia mais ampla de proteção, ao lado de antivírus, firewalls e backups. Mesmo no modo congelado, soluções de antivírus integradas continuam recebendo atualizações de definição de ameaças, o que ajuda a manter a proteção atualizada sem abrir o sistema para alterações indesejadas.

O impacto dessa abordagem na rotina da TI educacional é mensurável. Um estudo da própria Faronics, realizado com cerca de 25 mil clientes, identificou que o uso do Deep Freeze reduz o volume de chamados de suporte técnico em até 63%, além de permitir que a mesma equipe consiga atender, em média, 12% mais computadores.

Um segundo semestre mais estável começa com a decisão certa

Para gestores, diretores e coordenadores de TI em instituições de ensino, adotar uma solução como o Deep Freeze vai além de uma escolha técnica: é uma decisão estratégica que impacta diretamente a qualidade da experiência oferecida por toda a instituição. Entre os principais ganhos dessa adoção, destacam-se:

• Redução real da carga operacional da equipe de TI.

• Maior previsibilidade e estabilidade dos laboratórios e salas de informática.

• Mais tranquilidade para gestores e equipes técnicas.

O início do segundo semestre não precisa ser, ano após ano, um período de desgaste para a TI educacional. Com planejamento adequado e o apoio de soluções como o Deep Freeze, é possível transformar essa fase em um momento de confiança: a infraestrutura tecnológica entra no período letivo estável, segura e preparada para o uso contínuo que o dia a dia escolar exige, permitindo que professores, alunos e gestores foquem no que realmente importa, o aprendizado.

Mais informações:

Página da Faronics com catálgos e especificações técnicas:
https://www.eng.com.br/faronics

Próximo Webinar da Faronics:
https://www.eng.com.br/fs

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Marcela Nascimento

Marcela Nascimento

Marcela Nascimento Silva é profissional da área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, e atua como Consultora Faronics com foco na solução Deep Freeze na Faronics Brasil.
 
Marcela Nascimento trabalhando com soluções de gestão inteligente de endpoints e contribuindo para a construção de ambientes de TI mais seguros, eficientes e automatizados.

Neste espaço, compartilha reflexões, conceitos, experiências e aprendizados adquiridos durante sua jornada na área de tecnologia, com o propósito de disseminar conhecimento e incentivar a troca de ideias sobre assuntos relevantes para profissionais, estudantes e entusiastas do setor.

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