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Nilson Soares • 12 jan 2026 • Faronics
O início do ano sempre traz um desafio conhecido para as equipes de TI de instituições de ensino: garantir que todos os laboratórios e salas de informática estejam prontos, padronizados, seguros e funcionais para o retorno das aulas.
Em 2026, porém, esse desafio ganha uma camada extra de complexidade.
Relatórios recentes sobre o cenário de ameaças indicam que a cibersegurança está entrando em um novo ciclo, marcado por uso intensivo de inteligência artificial por atacantes, aumento do número de dispositivos conectados e ambientes cada vez mais híbridos e descentralizados. Nesse contexto, os endpoints voltam a ocupar o centro do risco operacional.
Para o TI educacional, isso significa que não basta reagir a incidentes ao longo do semestre. O momento certo para agir é agora, no início do ano.
Especialistas de segurança vêm reforçando uma mudança de mentalidade importante:
“a segurança precisa sair do foco exclusivo em prevenção e passar a priorizar resiliência e recuperação rápida”.
Essa visão é especialmente relevante em ambientes educacionais, onde centenas de usuários diferentes utilizam o mesmo equipamento, erros humanos são inevitáveis, a padronização tende a se degradar rapidamente ao longo do semestre e o tempo de parada de laboratórios impacta diretamente aulas e atividades acadêmicas.
Além disso, mesmo com o avanço da IA na detecção de ameaças, há um consenso claro: IA ajuda, mas não elimina falhas, erros humanos ou configurações indevidas.
É justamente nesse ponto que a estratégia de proteção de endpoints precisa ser revista.
O período de preparação para o retorno das aulas é único porque permite ao TI agir de forma preventiva, e não corretiva. Ao adotar o Faronics Deep Freeze Cloud Ultimate nesse momento, a instituição garante benefícios que se estendem por todo o ano letivo.
Com o Deep Freeze, os computadores iniciam o ano em um estado conhecido, validado e padronizado. Independentemente do uso ao longo do dia, cada reinicialização devolve o equipamento ao padrão definido pelo TI. O resultado é a redução de chamados, menos retrabalho e mais previsibilidade operacional.
Outro ponto crítico está na redução imediata do impacto de erros humanos. Estudos mostram que a maioria das falhas de segurança envolve o fator humano, algo ainda mais comum em ambientes educacionais. O Deep Freeze não depende de treinamento perfeito do usuário, pois neutraliza o impacto de ações indevidas como instalações não autorizadas, alterações de configuração e uso inadequado do sistema. O erro pode até acontecer, mas não persiste.
Ao longo do semestre, em vez de lidar com máquinas degradadas, lentas ou comprometidas, o TI passa a contar com um ambiente autorregenerável. Mesmo diante de malware, falhas de atualização ou problemas causados por uso intenso, o endpoint retorna automaticamente ao estado original. Essa abordagem está totalmente alinhada à visão moderna de segurança, que prioriza antecipar falhas e recuperar rapidamente.
A gestão centralizada em nuvem também se torna um diferencial importante. O Deep Freeze Cloud Ultimate permite que toda a administração seja feita via console em nuvem, algo essencial para instituições que possuem múltiplos campi, contam com equipes de TI enxutas e precisam manter visibilidade e controle sem presença física constante. O início do ano é o melhor momento para implantar esse modelo antes que a demanda operacional aumente.
Além disso, o Deep Freeze não substitui soluções de EDR, antivírus ou UEM. Ele complementa essas estratégias. Ao garantir a integridade e a padronização do endpoint, a solução reduz ruído para ferramentas baseadas em IA, simplifica auditorias, fortalece estratégias de Zero Trust e diminui a complexidade operacional, citada como um dos maiores desafios atuais de TI.
Quando o semestre já está em andamento, qualquer mudança estrutural tende a gerar impacto, resistência e risco. No início do ano, o cenário é outro: planejamento, controle e previsibilidade.
Adotar o Faronics Deep Freeze Cloud Ultimate agora significa transformar o retorno às aulas em um ponto de virada para o TI, saindo do modo reativo e entrando em um modelo de gestão de endpoints mais resiliente, seguro e sustentável.
Para ambientes educacionais, isso não é apenas uma decisão técnica.
É uma decisão estratégica.
Para aprofundar esse tema e entender, na prática, como o Deep Freeze Cloud Ultimate pode ser aplicado em ambientes educacionais, realizamos um webinar quinzenal voltado a gestores e equipes de TI.
No encontro, são abordados cenários reais, boas práticas de padronização, segurança de endpoints e como preparar laboratórios e salas de informática para o ano letivo com mais previsibilidade e menos esforço operacional.
Inscreva-se gratuitamente em:
https://eng.com.br/fs
Esperamos você no próximo encontro.
